
e todo caminho deu no mar
"lâmpada para os meus pés é a tua palavra"
sábado, 31 de outubro de 2009
Sincronia Estelar

quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Amante da Algazarra
É esta estranha criatura que fez de mim seu encosto.
É ela !!!
Todo mundo sabe, sou uma lisa flor de pessoa,
Sem espinho de roseira nem áspera lixa de folha de figueira.
Esta amante da balbúrdia cavalga encostada ao meu sóbrio ombro
Vixe!!!
Enquanto caminho a pé, pedestre - peregrino atônito até a morte.
Sem motivo nenhum de pranto ou angústia rouca ou desalento:
Não sou eu quem dá coices ferradurados no ar.
É esta estranha criatura que fez de mim seu encosto
E se apossou do estojo de minha figura e dela expeliu o estofo.
Quem corre desabrida
Sem ceder a concha do ouvido
A ninguém que dela discorde
É esta
Selvagem sombra acavalada que faz versos como quem morde.
Waly Salomão, Tarifa de Embarque
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Lendo no metrô II

sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Lendo no metrô III

domingo, 18 de outubro de 2009
Lendo no metrô IV
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Lendo no metrô V
domingo, 11 de outubro de 2009
Maldição move, bênção relaxa?
Um dos temas principais do filme é fazer com que os organismos percebam que devem viver juntos para o benefício mútuo. Não apenas os humanos... tudo na galáxia é parte de algo muito maior. É uma questão de aquietar a mente para ouvir a si mesmo.sábado, 10 de outubro de 2009
Sabre da Paz

quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Nobel de Literatura 2009

terça-feira, 6 de outubro de 2009
Nesse livro, o viajante veneziano Marco Pólo descreve - para o rei Kublai Khan - essas cidades. As cidades do seu império. Elas são projetadas primeiro no plano onírico. São espaços sonhados. Khan sonha as cidades e manda Marco Polo conferir. Elas são agrupadas por temas como: memória, desejo, símbolos, trocas, nomes, mortos, céu...
sábado, 3 de outubro de 2009
As Cidades Visíveis II
Vídeo do cineasta Fernando Meireles ("Cidade de Deus" e "Ensaio sobre a Cegueira")
Aqui/ amanhece como em qualquer parte do mundo/ mas vibra o sentimento/ de que as coisas se amaram durante a noite. (Drummond, "Retrato de uma cidade")
"Eu acho que falta nestes país mais dirigentes que chorem"
(Lula, sobre o seu choro após o anúncio do Rio 2016)
terça-feira, 29 de setembro de 2009
As Cidades Visíveis III
Nas sacadas dos sobrados/Da velha São Salvador/Há lembranças de donzelas,/Do tempo do Imperador./Tudo, tudo na Bahia/Faz a gente querer bem/A Bahia tem um jeito,/Que nenhuma terra tem!
(Dorival Caymmi, "Você já foi a Bahia?")
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
As Cidades Visíveis IV
Ouro Preto nos olha. Mas a cidade não se entrega ao primeiro olhar de quem a vê. Seus mais de trezentos anos emprestam-lhe a segurança de quem sabe ser o tempo pai da forma. Suas torres, fachadas, treliças, janelas e vãos (fechados ou luzidios) espreitam-nos, possibilitando um diálogo óptico através do qual mais somos vistos do que vemos. Em Ouro, a luz é sem data, diz Cecília Meireles. Uma luminosidade suave (nunca indecisa) namora a pele secular das paredes – lição que nos ensina serem a leveza e a superfície os princípios vitais da existência, da criação.
"Ouro Preto chama Paris"
(Milton Nascimento e Wilson Lopes, "Coisas de Minas")


