e todo caminho deu no mar

e todo caminho deu no mar
"lâmpada para os meus pés é a tua palavra"

sábado, 7 de fevereiro de 2009

V


Ao reler o trecho das veredas mortas, lembro do sábio e querido tio Bento Iauaretê: “Rosa não curte leitor ingênuo.” Definitivamente não é o seu caso. Mantém contato após a travessia.

Bjs
Joca Ramiro Gurgel da Glória


p.s. Lembro q Joca Ramiro era “luzido” e usava botas.
Um dia pretendo escrever um texto sobre GS:V com o seguinte título: “Joca Ramiro e um par de botas”.

6 comentários:

Cintia Barreto disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Cintia Barreto disse...

Nhô Nonato,

Travessia. Traves (sia). Mais que estar é ser. Mais que dizer é ser. Mais que querer ser é ser. Isso ninguém ensina. Isso ninguém simula. Ninguém.
Das pedras, travessia. Nas pedras, travessia. Com as pedras, travessia. Só pedras, travessia.
Nada existe senão o humano. Nada fica senão o efêmero.

O tesão é a caminhada. Isso ninguém me (nos) tira.

Beijos, abraço e um cheiro pra você.

Cintia Barreto

Anônimo disse...

Valeu, Nhá Cintia.

Obrigado pela leitura e pela senha:
"Mais que estar é ser. Mais que dizer é ser. Mais que querer ser é ser."


bjs do compadre
Lingua do Pé

Telma disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
telma disse...

O meu sertão tinha a beleza dos espinhos e das flores da palmas, dos cactos. Tinha o leite quente das cabras andarilhas. Tinha cor, altura, peso e cheiros. Tornou-se árido somente, assombrado por nuvens de poeira que impedem voos e olhares belos como os de Guimarães Rosas e os teus, mas faço as minhas novenas pra ver chover no sertão.

Anônimo disse...

Aí linda, tenho certeza q voltará a chover no seu sertão: é só cumprir as novenas...rs

bjs